A estimulação do nervo vago (VNS) pode ser considerada em alguns casos de epilepsia que não respondem adequadamente ao tratamento. O objetivo é reduzir as crises; não há garantia de eliminá-las.
Como funciona?
Um gerador implantado sob a pele envia estímulos a um eletrodo ligado ao nervo vago. A programação e o acompanhamento são realizados pela equipe. A implantação envolve cirurgia.
Limites e riscos
Podem ocorrer alterações na voz, tosse e desconforto na garganta, além dos riscos do procedimento cirúrgico. A resposta varia entre pacientes. A terapia não substitui automaticamente os medicamentos.
Como saber se é uma opção?
A decisão exige avaliação especializada do tipo de epilepsia, dos tratamentos anteriores e de outras alternativas. Consulte a equipe que acompanha o seu caso.
Referência: NHS — tratamento da epilepsia.





